POSTURA EM FRENTE AO COMPUTADOR, CUIDADO!

De tempos em tempos acabamos passamos mais tempo trabalhando do que descansando. Infelizmente esse é o ônus de encabeçar um novo empreendimento ou almejar aquela promoção que está por vir na sua empresa. Porém, só trabalhamos quando temos saúde, então não é bom deixar de lado este aspecto. Aí vão algumas dicas sobre ergonomia no trabalho, ou seja, a sua postura no seu computador.

Atenção: Faça os testes enquanto lê, para ver como cada movimento influencia MESMO na sua postura, e em consequência na sua saúde.

Cadeira

Quando queremos relaxar, vamos cada vez mais baixando as costas em direção à base da cadeira. Na verdade isto é um veneno, pois assim você põe todo o peso do seu tronco em uma coluna torta. Sempre deve-se sentar colocando as costas bem rentes com o encosto da cadeira.

Pés
Até os pés influenciam na sua postura. Eles devem estar firmes apoiados sempre à frente da cadeira. Quando você os coloca embaixo ou da cadeira ou não alcança o chão, você põe muito mais peso na coluna. Com os pés bem escorados, você distribui parte do sue peso nas suas pernas (faça o teste que você vai notar a diferença!).

Monitor
Momento cultura – no livro “Ética a Nicômaco”, o autor Aristóteles fala que as pessoas buscam sempre um meio-termo (nem covarde, nem imprudente, mas corajoso). Bem, o que monitor tem a ver com isso? Tudo! Ele não deve ficar nem acima da altura dos olhos, nem muito abaixo, mas em um meio-termo na altura dos olhos. O seu pescoço e Aristóteles agradecem. O ideal também é que a telinha fique a pelo menos 40cm do seu rosto. Contrastes também sempre ajudam na legibilidade.

Mouse
Seu cotovelo deve estar na altura da mesa aonde fica o mouse, senão você vai forçar muito mais a cada clique. A maioria dos casos de tendinite no pulso é causada por esse costume errado. Também não é recomendado deixar o mouse muito longe do corpo, pois dependendo da distância você tende a entortar coluna até alcançá-lo. E nada de quebrar o pulso para um lado ou para o outro. Pelo menos, não enquanto estiver usando o mouse.

O primo do mosquito da dengue

Qual mosquito transmite a dengue? Se você disse Aedes aegypti, muito bem, acertou! Mas sabia que na zona rural dos países asiáticos, um outro mosquito também transmite essa doença? Trata-se do Aedes albopictus, espécie que ocorria apenas na Ásia e na Oceania, mas que, em 1986, foi localizada no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. Atualmente, já é encontrada em vários outros estados do Brasil... Olha o repelente!

Embora até hoje não haja qualquer registro de pessoas com dengue transmitida pelo albopictus, é bom a gente ficar de olho tanto nesse mosquito que foi apelidado de “tigre asiático”, quanto no velho aegypti. Como podemos fazer isso? Podemos começar ficando diante de uma tela de TV ou do computador. Como assim? Ah! É que o documentário Aedes aegypti e Aedes albopictus – Uma ameaça nos trópicos traz muitas informações sobre essas duas espécies!

Neste filme, produzido em 2009 pela Fundação Oswaldo Cruz e distribuído gratuitamente para escolas de todo o Brasil, você vê de perto como é a vida das duas espécies de mosquitos, do que se alimentam, como se reproduzem, em que tipo de clima vivem e, o mais importante, aprende a se proteger das doenças que elas transmitem. Genilton Vieira, que dirigiu o documentário, comenta: “Estou muito feliz por colaborar na conscientização de todos sobre a dengue e por chamar a atenção para o mosquito albopictus, que também é perigoso”, diz. Para assistir a um trecho do documentário, clique na tela abaixo. Se preferir, clique aqui e assista à versão integral.





A vacina para largar o cigarro

Uma vacina que bloqueia a sensação de prazer provocada pela nicotina nos fumantes. É este o artifício que cientistas dos Estados Unidos estão testando clinicamente: uma substância que ajuda as pessoas a pararem de fumar e evita que retornem ao vício.
Diferentemente dos tratamentos utilizados até hoje, que investem no abandono gradual do cigarro, a vacina pretende estancar o vício. Chamado NicVax, o novo tratamento está sendo testado em laboratório por médicos da Universidade de Michigan (EUA) em 25 clínicas americanas.

Quando a nicotina entra no sangue cruza rapidamente a barreira entre os vasos e o encéfalo (a chamada barreira hematoencefálica, cuja função é impedir que as substâncias tóxicas a atravessem) e fica presa aos receptores de nicotina no cérebro. Isso provoca a liberação de substâncias que proporcionam a sensação prazerosa.
A nova vacina estimula o sistema imunológico para que ele produza anticorpos aderentes à nicotina, criando uma substância grande demais para atravessar a barreira hematoencefálica. Assim, impedem que a nicotina cause a sensação de prazer.
As primeiras fases dos ensaios clínicos mostraram que a vacina é capaz de criar este mecanismo e, como os anticorpos permanecem no organismo por períodos mais longos, evita a retomada do vício.
A reincidência é um dos maiores problemas nos tratamentos atuais do tabagismo. Estudos comprovam que as taxas de recaída podem chegar a 90%.

Os cientistas afirmaram que, nos ensaios clínicos feitos com cerca de mil indivíduos, os participantes tomaram a vacina várias vezes durante 12 meses. Os resultados devem ser divulgados em 2012. Caso haja êxito, a vacina chegará em seguida ao mercado.