TESTE O SEU ANTIVÍRUS!

Todo bom internauta sabe que ter um antivírus instalado e sempre atualizado é vital para a segurança (e saúde) do computador. É sempre melhor prevenir problemas trazidos por ameaças virtuais do que ter que resolvê-los depois e, às vezes, com consequências bem piores. Entretanto, ocorrem casos nos quais pensamos estar protegidos e nosso antivírus nos deixa na mão.

Nesses casos, mesmo que seja feita a opção por um novo antivírus, o que acontece em seguida, invariavelmente é o retorno da velha dúvida. E agora? Como vou saber se meu antivírus está realmente oferecendo a proteção que ele promete?

Se você já passou por isto, certamente tomou uma série de medidas preventivas antes de começar a utilizar um novo antivírus. O problema é que mesmo que façamos pesquisas antes de começar a utilizar determinado programa, os resultados de testes com antivírus, algumas vezes podem estar desatualizados, especialmente se eles datam de mais de seis meses.
Em alguns casos, a base de dados dos antivírus pode não ser diariamente atualizada por seus desenvolvedores. E existem, ainda, alguns antivírus que têm certa defasagem no quesito que diz respeito ao reconhecimento de novas ameaças.

Se por qualquer motivo você está com dúvidas quanto ao funcionamento de seu antivírus, talvez uma forma de aliviar a mente de suas preocupações seja testá-lo. Para isto é preciso de um programa que simule ataques ao computador. No vídeo abaixo, mostra como simular alguns ataques de spywares ao seu computador e verificar se o seu antivírus está detectando essas invasões. Esta simulação é inofensiva, apesar de utilizar os mesmos caminhos que os vírus e spywares em seus ataques.

Faça os testes sugeridos AQUI e, ao final, clique AQUI e execute o programa sugerido para voltar o seu sistema ao ponto inicial.


FONTE: TECNOBasic


GRAFENO, UMA PROMESSA PARA OS FUTUROS PROCESSADORES

O silício, material utilizado em grande quantidade para a fabricação de processadores e outros componentes eletrônicos, parece estar com seus dias contados. Embora a cada ano surjam dispositivos mais eficientes, as limitações do material se tornam cada vez mais evidentes aos olhos dos desenvolvedores.

Nos últimos anos, a tendência para obter equipamentos melhores foi apostar na miniaturização dos componentes. Porém, conforme essa tecnologia mostra sinais de desgaste e se torna mais difícil alcançar desempenhos mais elevados, aumentam os esforços na busca por materiais baratos que sejam capazes de substituir o silício.
A aposta de material para os componentes do futuro é o grafeno, uma forma pura de carbono descoberta em 2004. Enquanto o silício suporta no máximo frequências entre 4 a 5 GHz, esse valor pode passar dos 500 Ghz caso o material utilizado seja o grafeno, devido às particularidades do material.
O Massachusetts Institute of Technology (MIT) desenvolveu um chip que tem o grafeno como base, capaz de multiplicar frequências. Após cruzar o chip, foi possível dobrar a frequência de um sinal eletromagnético, o que abre a possibilidade de criar componentes eletrônicos muito mais eficientes.

O que é o grafeno?
O grafeno é constituído por uma camada extremamente fina de grafite, o mesmo material encontrado em qualquer lápis comum. O que torna o material especial é a estrutura hexagonal com que seus átomos individuais estão distribuídos, que gera uma folha plana que, se enroladas, geram nanotubos de carbono.
Em um transistor, uma pequena corrente elétrica é utilizada para controlar uma porta por onde passa uma corrente muito maior: o componente funciona como uma chave que liga ou desliga a corrente conforme a necessidade do dispositivo.

Como o grafeno é um material extremamente fino e que permite que cargas elétricas fluam com facilidade, se mostra como uma alternativa ao silício na construção de transistores ainda mais eficientes.
Além de servir para a construção de transistores e multiplicadores de frequência, já se cogita utilizar o grafeno como substituto para o índio, material raro utilizado para a fabricação de televisores OLED.
Tecnologia sem prazo para virar padrão
O maior desafio enfrentado pelos desenvolvedores que apostam na nova tecnologia é conseguir tornar viável o processo de fabricação em larga escala. Como as folhas de grafeno possuem somente um átomo de espessura, a maioria dos componentes testados até o momento só foram possíveis por terem sido desenvolvidos em ambientes de laboratório.
Porém, tudo aponta que nos próximos anos haverá uma substituição gradual do silício pelo grafeno, como apontam as pesquisas feitas pelo Laboratório Nacional de Física, do Reino Unido.
Utilizando a mesma técnica utilizada para o crescimento de cristais, os pesquisadores foram capazes de desenvolver amostras de grafeno com 50 milímetros quadrados – pouco menor do que os processadores encontrados no mercado, e suficiente para a fabricação de componentes eletrônicos como transistores.





5 alternativas ao Windows Media Player


Apesar de ser um ótimo player multimídia e ter um visual elegante, o Windows Media Player (WMP) é um pouco pesado, e isso normalmente acontece na exibição de vídeos. Como ele já vem pré-instalado com o Windows, muitos usuários acabam utilizando o WMP sem saber que existem outros programas do gênero que são mais leves e melhores. Em resumo, abaixo apresentamos uma lista com as 5 melhores alternativas ao WMP da Microsoft. Os programas listados são todos gratuitos e reproduzem tanto arquivos de áudio (músicas) como arquivos de vídeo (filmes):


VLC Media Player – poderoso player de mídia capaz de reproduzir grande variedade de formatos de áudio e vídeo como MPEG1, MPEG-2, MPEG-4, DivX, DVD, VCDs ,MP3 ,WAV, AVI dentre outros. Este player toca praticamente tudo! É o nosso favorito. Download: VLC Media Player 1.0.5 [17 MB]


GOM Player – player coreano que reproduz arquivos de áudio e vídeos dos mais diversos formatos (AVI, DAT, MPEG, DivX, XviD, WMV, ASF, ASX, MP3, etc). Vem com os codecs básicos. Download: GOM Player 2.1.25.5015 [6,55 MB]

CONSEQUENCIAS DE FICAR 24 HORAS CONECTADO

Quantas vezes você checa seus e-mails por dia? E o Twitter? Isso afeta a maneira como você realiza suas tarefas do dia a dia? Pois é exatamente isso que está sendo observado em pessoas que podem ficar conectadas o tempo todos através de aparelhos eletrônicos, os chamados gadgets.


Primeiro foram os laptops, computadores portáteis que podiam ser levados a qualquer lugar, possibilitando a pessoa realizar suas tarefas em qualquer lugar. Depois vieram os celulares, modificando a maneira como falamos ao telefone. Não é mais aceitável para uma pessoa não estar disponível ao telefone.

A Internet veio modificar a maneira como nos comunicamos e como consumimos as mais diferentes mídias. A união de todos estes meios possibilita uma conexão contínua.

Em casa ou na rua a pessoa está conectada a Internet , seja em um desktop ou em um notebook (ou netbook), que pode acessar redes Wi-Fi ou 3G para se conectar na net. Quando nenhum deles está presente é possível entrar com um celular e muito brevemente os tablets (como o iPad) chegarão para nos deixar ainda mais ligados na rede.
Por causa disso as pessoas estão modificando a maneira que realizam seus trabalhos. Já lhe ocorreu durante a realização de alguma tarefa a vontade de checar seus e-mails, atualizar o Twitter ou checar sua conta no Facebook ou Orkut?
As pessoas consideradas multitarefas trabalham, ouvem músicas, conferem notícias, atualizam status em redes sociais e as vezes até param para jogar. Tudo ao mesmo tempo. Pesquisadores estão tentando descobrir se isso é uma coisa boa, se afeta a produtividade e se no fim das contas o cérebro das pessoas está aprendendo uma nova maneira de trabalhar.
Um dos primeiros problemas que podem ser observados é a dificuldade destas pessoas em se desligarem do mundo virtual. Posso dizer por experiência própria que é complicado. Ainda não estou conectado o tempo todo através do 3G, mas sempre que posso ligo o notebook (que dificilmente não está comigo) para checar mensagens instantâneas, e-mails ou minha conta no Twitter.
Atualmente a quantidade de informações que recebemos diariamente é três vezes maior do que em 1960 e isso pode estar mexendo com nossa capacidade de manter o foco em alguma coisa. As pessoas consideradas multitarefas estão tendo maiores problemas em descartar informações irrelevantes.
Isso não quer dizer que a tecnologia seja um inimigo. Estudos indicam que usuários da Internet têm maior facilidade em encontrar informações e que jogadores de tipos específicos de games têm uma maior precisão visual.
Outro problema encontrado é que pessoas que passam muito tempo realizando diferentes tarefas ao mesmo tempo dificilmente se desligam delas, mesmo fora do ambiente de trabalho. Afinal quem não parou para ler e-mails de trabalho em casa ou até mesmo durante as férias?
Eu nasci junto com os primeiros computadores pessoais, em uma época onde não existia a Internet. Por isso meu cérebro já funcionou de uma maneira e agora se adapta aos novos tempos. Se bem que desde aquela época tentava fazer diversas coisas ao mesmo tempo e sempre tive problemas em manter o foco em uma tarefa apenas.
É preciso ver como isso está afetando a geração mais nova, que está tendo acesso a toda esta tecnologia ao mesmo tempo que aprende a falar.

Fonte: The New York Times


CARREGUE SEU CELULAR ENQUANTO PEDALA!

A Nokia demonstrou semana passada um carregador de celular que acumula energia a partir do uso de bicicletas. O aparelho carrega a bateria do eletrônico enquanto o usuário pedala. O kit carregador Nokia Bicycle é composto de um dínamo, um suporte para ser fixado próximo ao pneu e um cabo para ligar ao celular. Ao pedalar, o dínamo gera energia que carrega a bateria do eletrônico.


O fio do carregador tem a medida padrão Nokia de dois milímetros. Vale lembrar que, em breve, muitos fabricantes de celular poderão aderir ao padrão MicroUSB para carregadores de celular. Esse padrão está sendo estimulado pela Agência Internacional de Telecomunicações a partir deste ano.
A Nokia diz que um passeio de bicicleta de 10 minutos a 10km/h, vai produzir energia suficiente para 28 minutos de tempo de conversação ou 37 horas de standby.

Segundo a Nokia, o kit com carregador utilizado em bicicletas chegará às lojas em vários países até o fim deste ano, principalmente em locais onde a energia é escassa. Ainda não há data para o produto chegar ao Brasil.


WEBCAN COM VISÃO NOTURNA DA GENIUS

A Genius lançou a web cam 1325R eFace, com recurso para conversas ou videoconferência no escuro ou em ambientes com pouca iluminação, por meio da tecnologia de visão noturna por infravermelho.



A 1325R eFace utiliza quatro LEDs infravermelhos, para que o usuário tenha excelente qualidade ao bater papo no escuro ou em locais com péssimas condições de iluminação.

Seu sensor é de 1.3 megapixel, que permite a visualização de mais detalhes com imagens nítidas e cores perfeitas, inclusive com a gravação na velocidade de nove frames por segundo (fps). Além disso, o ângulo de visão (para cima e para baixo) é de 100º e a lente dessa nova web cam da Genius é multicamada e ajustável, para que o usuário tenha total controle do foco.

Esse modelo vem com o programa CrazyTalk Cam Suite para efeitos especiais como alterar a fala de um avatar, expressões faciais e acrescentar acessórios ao rosto, enquanto bate-papo online. Conheça o que é possível fazer com essa suíte no tutorial: www.geniusnet.com/event/webcam/.



3M e Samsung lançam monitores com alimentação via USB

Hoje em dia os mais diversos dispositivos se utilizam das portas USB para o sincronismo de dados, para o próprio funcionamento ou para a recarga de baterias, mas a novidade são os monitores USB, apresentados pela Samsung e pela 3M.

O modelo da Samsung, fabricante coreana de monitores, tem baixo consumo de energia com uma tela bastante espaçosa – são 18,5 polegadas e consumo de apenas 6,3 watts, conforme informações do site Geek. A resolução chega a 1366×768 pixels com taxa de contraste de 1000 para 1, e o único ponto negativo do dispositivo é a sua vida útil – como ele utiliza a tecnologia LED, o aparelho tem um tempo estimado de funcionamento de 30 mil horas, pouco mais da metade das 50 mil horas dos atuais monitores de LCD.
O monitor da 3M tem algumas configurações semelhantes ao da Samsung, também tendo 18,5 polegadas com a mesma resolução de 1366×768 pixels e baixo consumo de energia. A grande diferença é que ele não só obtém energia via USB, mas também utiliza a porta USB 3.0 como interface de vídeo. Assim, ele acaba fazendo uso de duas portas USB de forma simultânea, mas não necessita de conexões VGA, HDMI ou semelhantes.
Atualmente, o fato de um monitor como esse utilizar portas USB 3.0 pode ser um pouco limitante, já que a tecnologia é razoavelmente recente, mas provavelmente nos próximos anos o USB 3.0 vai acabar se tornando um componente padrão de todos os novos computadores, e deixará de ser um fator limitador do uso de monitores como esses.
 

POSTURA EM FRENTE AO COMPUTADOR, CUIDADO!

De tempos em tempos acabamos passamos mais tempo trabalhando do que descansando. Infelizmente esse é o ônus de encabeçar um novo empreendimento ou almejar aquela promoção que está por vir na sua empresa. Porém, só trabalhamos quando temos saúde, então não é bom deixar de lado este aspecto. Aí vão algumas dicas sobre ergonomia no trabalho, ou seja, a sua postura no seu computador.

Atenção: Faça os testes enquanto lê, para ver como cada movimento influencia MESMO na sua postura, e em consequência na sua saúde.

Cadeira

Quando queremos relaxar, vamos cada vez mais baixando as costas em direção à base da cadeira. Na verdade isto é um veneno, pois assim você põe todo o peso do seu tronco em uma coluna torta. Sempre deve-se sentar colocando as costas bem rentes com o encosto da cadeira.

Pés
Até os pés influenciam na sua postura. Eles devem estar firmes apoiados sempre à frente da cadeira. Quando você os coloca embaixo ou da cadeira ou não alcança o chão, você põe muito mais peso na coluna. Com os pés bem escorados, você distribui parte do sue peso nas suas pernas (faça o teste que você vai notar a diferença!).

Monitor
Momento cultura – no livro “Ética a Nicômaco”, o autor Aristóteles fala que as pessoas buscam sempre um meio-termo (nem covarde, nem imprudente, mas corajoso). Bem, o que monitor tem a ver com isso? Tudo! Ele não deve ficar nem acima da altura dos olhos, nem muito abaixo, mas em um meio-termo na altura dos olhos. O seu pescoço e Aristóteles agradecem. O ideal também é que a telinha fique a pelo menos 40cm do seu rosto. Contrastes também sempre ajudam na legibilidade.

Mouse
Seu cotovelo deve estar na altura da mesa aonde fica o mouse, senão você vai forçar muito mais a cada clique. A maioria dos casos de tendinite no pulso é causada por esse costume errado. Também não é recomendado deixar o mouse muito longe do corpo, pois dependendo da distância você tende a entortar coluna até alcançá-lo. E nada de quebrar o pulso para um lado ou para o outro. Pelo menos, não enquanto estiver usando o mouse.

O primo do mosquito da dengue

Qual mosquito transmite a dengue? Se você disse Aedes aegypti, muito bem, acertou! Mas sabia que na zona rural dos países asiáticos, um outro mosquito também transmite essa doença? Trata-se do Aedes albopictus, espécie que ocorria apenas na Ásia e na Oceania, mas que, em 1986, foi localizada no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. Atualmente, já é encontrada em vários outros estados do Brasil... Olha o repelente!

Embora até hoje não haja qualquer registro de pessoas com dengue transmitida pelo albopictus, é bom a gente ficar de olho tanto nesse mosquito que foi apelidado de “tigre asiático”, quanto no velho aegypti. Como podemos fazer isso? Podemos começar ficando diante de uma tela de TV ou do computador. Como assim? Ah! É que o documentário Aedes aegypti e Aedes albopictus – Uma ameaça nos trópicos traz muitas informações sobre essas duas espécies!

Neste filme, produzido em 2009 pela Fundação Oswaldo Cruz e distribuído gratuitamente para escolas de todo o Brasil, você vê de perto como é a vida das duas espécies de mosquitos, do que se alimentam, como se reproduzem, em que tipo de clima vivem e, o mais importante, aprende a se proteger das doenças que elas transmitem. Genilton Vieira, que dirigiu o documentário, comenta: “Estou muito feliz por colaborar na conscientização de todos sobre a dengue e por chamar a atenção para o mosquito albopictus, que também é perigoso”, diz. Para assistir a um trecho do documentário, clique na tela abaixo. Se preferir, clique aqui e assista à versão integral.